Mostrando postagens com marcador BH. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BH. Mostrar todas as postagens

E-commerce alavanca vendas em imobiliárias

Ampla Prime pretende aumentar VGV de sua carteira através do e-commerce. Ferramenta já representa 65% da venda de famosas incorporadoras.

 A imobiliária Ampla Prime está investindo em ferramentas para fomentar o e-commerce. A empresa está de olho em pesquisas que apontam que 65% dos clientes começam a busca por imóveis que atendam suas necessidades pela internet. O objetivo desse novo dispositivo no site da empresa é facilitar a vida do cliente, fazendo direcionamento para produtos que tenham o perfil pretendido. Uma ferramenta dentro do site www.amplaprime.com.br permite que um corretor especializado entre em contato com o internauta através de um chat. É feito um breve levantamento dos imóveis que o internauta pesquisou e visitou, levando em conta características, valores, regiões, entre outros detalhes. O Atendimento Comercial Online faz com que o cliente se sinta na loja física, pois tudo é em tempo real. O corretor on-line convida o interessado para a conversa e oferece imóveis dentro da demanda do cliente.

A Ampla já está treinando profissionais exclusivamente para esse serviço. A ideia é criar outra equipe apenas para essa modalidade. Hoje, a corretora conta com um andar inteiro só para os corretores. Em breve, haverá outro espaço apenas para os profissionais do atendimento virtual. Segundo Alex Sales, “a inspiração veio através das grandes construtoras que investiram e investem pesado nessa ferramenta. MRV, CYRELLA e DIRECIONAL estão entre as principais que já estão com esses sistema consolidados. Ele também afirma que a facilidade está no detalhe do cliente não ter que ir até a empresa para procurar um imóvel. “Nós vamos até o cliente. Facilitar a vida do cliente é o principal objetivo, ele consegue fazer em um só lugar a pesquisa para o imóvel que ele está procurando independente da construtora”, detalha.

Em 2012, a pretensão é vender 30% do faturamento da empresa através desse novo sistema. Para 2013, a Ampla pretende deixar a sede atual da empresa só para o e-commerce, e nos próximos 5 anos o faturamento online deve influenciar consideravelmente o aumento do VGV da empresa.

Texto enviado por Cadu Brandão, da Naves Coelho asssessoria.

Pin It

A Savassi passa o ponto



As placas por toda parte não deixam dúvidas: a Savassi passa por mudanças que vão além da revitalização da praça Diogo Vasconcelos. Muitos comerciantes estão deixando uma das regiões mais nobres da capital impulsionados por aluguéis caros, violência e falta de infra-estrutura. Em um pequeno quarteirão, da avenida Getúlio Vargas, é possível ver uma série de anúncios que sinalizam que a loja em breve deixará de existir. É o caso da A Casa de Chá, que pouco antes de completar dois anos na região está fechando as portas. A proprietária Celina Teixeira conta que ela e a sócia viram naquele que seria o ponto dos sonhos, uma oportunidade de alavancar as vendas de um produto diferenciado.

Juntas, as duas transferiram a loja do bairro Cidade Nova para a Savassi, com a expectativa de que a demanda pelos produtos aumentasse. Porém, as dificuldades enfrentadas com o empreendimento foram maiores que a procura pelos produtos. Segundo Celina, antes mesmo das obras na região, o público frequentador já não estava mais assíduo como antes. "Depois da mudança dos prédios do Governo para a Cidade Administrativa, a Savassi já perdeu umpouco a movimentação diária de clientes. Depois das obras da Savassi, a situação piorou bastante", explica Celina.

A queixa da comerciante não é isolada. Segundo o pesquisa do Sindicato dos Lojista do Comércio de Belo Horizonte (Sindilojas BH), 51 lojas já fecharam as portas e 65% dos lojistas entrevistados sentiram quedas nasvendas no período de março de 2011 a março de 2012, data em que foram realizadas as obras. Na avenida Getúlio Vargas, onde se concentraram as obras, 10 estabelecimentos fecharam as portas, o maior número registrado durante o levantamento. Em seguida vem a rua Fernandes Tourinho, com sete, e a rua Paraíba com seis.

Na rua Alagoas, altura do número 429, uma enorme faixa também anuncia a entrega do ponto. O gerente da loja de tecidos, Hélio Dias, não relaciona a mudança a nenhum acontecimento em especial, mas afirma que deixar a Savassi não deve impactar nas vendas da loja. "Nossas vendas são, na maioria das vezes, acertadas pelo telefone e internet. Não justifica manter uma loja em um ponto tão caro", afirma.
Ainda segundo o Sindilojas, os motivos mais comuns apresentados por pelos comerciantes para justificar a queda nas vendas e o fechamento das lojas são a falta de estacionamento gratuito para os clientes e custos como IPTU e aluguel.

Leia a matéria completa no Portal HD: clique aqui

Pin It